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♫ Desconstruindo Drika ♪


Receita de bolo e relacionamentos

Para que um bolo fique bom, gostoso, saboroso e cresça, é necessario usar a dose certa dos ingredientes, cozinhar no tempo certo, às vezes uma mudancinha aqui outra acola. Mas, não pode faltar os ingredientes base... senão perde o ponto, não cresce e ou desanda.

Assim como os relacionamentos, há alguns ingredientes fundamentais para que dê certo. Uma dose a mais ou a menos, pode colocar tudo a perder.

Às vezes, uma pitadinha de um ingrediente extra, da um sabor especial, mas tb não pode errar "na mão"...senão fica insonso ou forte demais.




By Drika Barbosa
Em 30/12/08



Escrito por Drika às 18h24
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Tanta coisa pra te dizer,
mas o silêncio insiste em prevaceler.

Dando tempo ao tempo...

E o que tiver que acontecer
não mudará
o que sinto por você!



By Drika Barbosa
Em 14/12/08 - 02h40



Escrito por Drika às 18h14
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Dezembro

Chegou dezembro....
Que com ele venha esperança e fé.
Onde corações partidos, machucados e desiludidos.
Encontre nas luzes que enfeitam a cidade...
Um brilho que ilumine suas almas.
Que as pessoas revejam seus atos.
Porque nunca é tarde pra recomeçar, perdoar e amar sinceramente.
Amar uns aos outros, como a si próprio.
Que acima de tudo haja respeito, união e sinceridade.
Não é simplesmente apologia.
'Basta' querer, acreditar, e fazer acontecer!


By Drika Barbosa
Em 01/12/08 - 01h01



Escrito por Drika às 17h35
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Distancia

 

É tão relativo! Pode estar tão perto, mas existir um abismo tão grande!
Pode estar a kms de distância, e senti-lo tão presente!

Toca seu braço, sua mão, mas não há emoção, só o frio.
Toca seu coração, não o vê, mas aquece a alma.

Desunir. Conformar. Esquecer.
Unir. Acreditar. Amar.


By Drika Barbosa
Em 23/11/08 - às 23h35



Escrito por Drika às 16h09
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ÉTICA


Segundo o dicionário:
1. Ciência que estuda os juízos morais referentes à conduta humana.
2. Virtude caracterizada pela orientação dos atos pessoais segundo os valores do bem e da decência pública.




Todos os dias passamos por situações que “testam” nosso caráter. Temos algumas escolhas: fazer o “bem ou mal”. Citarei alguns exemplos de coisas que aconteceram comigo recentemente.

Vivo correndo, apressada, e num dia desses deixei minha chave no portão de casa, do lado de fora. Poderia acontecer ‘n’ situações, alguém com má intenção entrar em casa, outra pessoa pegar e jogar fora e ninguém mexer e encontra-la onde deixei. Mas o que realmente aconteceu, foi que meus pais pediram gás e o entregador viu e entregou pra minha mãe.


No mesmo dia, quando cheguei em casa a noite, acessei o meu perfil do orkut (o vicio!). Depois de alguns minutos percebi que tinha “algo errado”. Logo imaginei que fosse algum erro/bug, já que isso estava acontecendo freqüentemente. Loguei e desloguei algumas vezes e nada de voltar ao normal. Tinha sumido todas minhas fotos (álbuns), todos recados e depoimentos não aceitos.

Comecei então a pensar que alguém tinha invadido meu perfil. Então lembrei que a ultima vez que acessei meu perfil foi do serviço em um ‘pc comunitário’, e depois de usar simplesmente fechei a janela sem sair do meu perfil. Pronto, estava ali a minha resposta. Parecia inviável né?

Quem teria tal atitude, algo ao mesmo tempo besta, porque é pequeno demais comparado aos grandes problemas que existem. Mas se analisar por outro prisma, o que motiva uma pessoa que me conhece em mexer nas minhas coisas, altera-las deliberadamente?

Fazendo uma comparação: imagina se esqueço minha bolsa aberta no mesmo ambiente, será que a pessoa mexeria nas minhas coisas?

Tudo uma questão de ética... caráter. E como dizem, isso não se compra, não adquire, simplesmente ‘nasce’ com a pessoa.

Com essas situações, cheguei a conclusão que tenho que prestar mais atenção no que faço. Além de tomar cuidado (infelizmente) com as pessoas do meu convívio, se não já bastasse me preocupar com os estranhos!!!


Mas a ética esta em tudo, no dia-a-dia, em pequenas situações, na área profissional e pessoal. É uma questão de escolha fazer o certo ou errado? Como disse antes, não! Isso a pessoa já tem (ou não) que é o: caráter.



Dica: Em um blog que acesso, teve uma discussão, diga-se de passagem, bem acalorada, sobre ética, confira aqui: futuro do jornalismo.





Escrito por Drika às 00h17
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Se meus olhos tirassem fotos...


Adoro andar, ultimamente tenho feito bastante isso, seja nos dias que tenho hidroginástica, onde saio do serviço e vou andando até lá. Ou então, quando estou cansada, ou a “cabeça” cheia e preciso pensar um pouco/relaxar.

Nessa última sexta-feira, resolvi mudar o caminho, tinha que ir pro Trianon, ao invés de como sempre caminhar pela Avenida Paulista fui pela Alameda Santos.

Primeiro que, ou sou muito desligada (coisa que não é difícil) ou então, agora tem vários lugares ‘bonitinhos’ por lá. Bares, restaurantes, lojinhas, etc.

O mais importante, cada ângulo diferente das antenas e outras ‘cositas’ mais, vi inúmeras possibilidades de fotos. E mais uma vez estava sem minha câmera para registrar esses momentos.

Como a tecnologia não esta tão moderna ainda, a ponto de nos plugar um cabo, para fazer upload das imagens e informações que guardamos em nosso “hd” (memória). Então, tudo que vi, não posso dividir, só resta guardá-las em minha memória.





Escrito por Drika às 03h28
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Saudade...


Faz alguns dias que estou pensando no que escrever, referente a tudo que ando sentindo e também uma forma de homenagear uma pessoa que foi muito importante para mim.

Hoje tive a grata surpresa de ler um artigo escrito pelo meu vizinho Luiz, e publicado em um jornal aqui da região. Acho que não escreveria tão bem sobre ela, que foi muito especial para todos que a conheceram.

“Engraçado” que sabemos do “óbvio”, ou da única certeza, que nascemos e morremos, que um dia chega a ‘hora’. Mas quando isso acontece, nos pega de tal modo, deixando sem ação.

Foi exatamente assim que me senti, mesmo sabendo da situação de sua saúde, idade, etc. Não imaginava a hipótese de ficar sem ela. Convivi todos os anos de minha vida, ou seja, desde que me conheço por gente, ela sempre esteve do meu lado.

Confesso que, nosso relacionamento não foi a mil maravilhas, e hoje consigo ver e chegar a conclusão que era justamente porque éramos muito parecidas. Resumindo: Gênio forte!!!! Mas, nem por isso ela deixava de me dar carinho e atenção.

Como sinto falta de teu abraço, beijo, comidinhas, carinho, sorriso, piadinhas... Sempre de bom humor! Um baita exemplo de vida!

Vou guardar pra sempre em meu coração as varias lembranças... Viagens, sorrisos, brincadeiras, broncas, ensinamentos.

Ah, a saudade, ta aqui bem presente... que dói, machuca, inevitável. Mas a vida continua, eu sei, serei feliz, porque tenho certeza que esse é/era o desejo dela.




Escrito por Drika às 03h12
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Homenagem para a Nona, por Luiz Bertin – publicado no Jornal Mandaqui – Junho 2008

Nossa passagem pela Terra é uma oportunidade para o desenvolvimento moral e espiritual. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo o grande desafio.

Trabalhar de forma construtiva e humanitária é o que norteia o processo. Isto posto, gostaria de prestar uma homenagem a uma pessoa simples que marcou sua vida pelas atitudes fraternas que praticou. Dona Benedita desencarnou aos 82 anos e deixou um exemplo de carinho, amor e dedicação aos seus semelhantes.

Freqüentadora assídua da Igreja São Marcos da Pedra Branca, visitava orfanatos, asilos, hospitais, entidades filantrópicas e organizações voltadas para amparar pessoas, animais e a natureza. Prestava sua ajuda oferecendo rifas e bingos beneficentes para referidas entidades. Um modo de juntar recursos para fazer frente às despesas sempre crescentes destas causas. Estes auxílios a deixava feliz, pois fazia o que mais gostava; ajudar ao próximo.

Em casos filantrópicos, quem pede também doa. Ela mantinha a chama acesa e sempre nos trazia o pão de Santo Antonio para manter a fartura, e a ramagem benzida de Domingo de Ramos, para queimar nos dias de trovoada e chuvas fortes. Certos costumes arraigados na cultura popular e na religiosidade revelam a fé que mora nos corações das pessoas amorosas. É o inicio de uma compreensão que vem com o tempo.

Dona Benedita fazia benzimentos para combater diversos males. Pedia para a pessoa mentalizar a flor que mais gostava, relaxar e fixar a imagem de Jesus na mente. Em seguida a envolvia numa aura energética limpa e suave, aliviando o mal estar. Aliás, foi isso que Jesus Cristo veio nos trazer; fraternidade e amor. Amor profundo, de doação mesmo.

O amor cristão descarta o egoísmo e fortalece a igualdade a compreensão e o bem viver entre todos.

Dona Benedita tinha uma outra forma de exprimir seu carinho. No dia de Santo Antonio distribuía lírios feitos de papel crepom para as pessoas amigas. Agradecia a Deus a dádiva de mais um ano de vida e compartilhava sua alegria com os amigos que a ajudavam a crescer espiritualmente. Uma sabedoria só sua, carregada de bom humor e bondade.

Por vários anos nos ajudou a distribuir o folheto “Rastro de Luz”, que traz assuntos de reflexão, auto-ajuda, ciência, religiosidade e amor à natureza. Seus olhos brilhavam quando recebia aquele impresso de mensagens otimistas e construtivas. Saia distribuindo-o com a alegria de uma criança. Também o entregava para suas colegas de excursão lerem durante a viagem. Ela dizia, “pode dar mais”. Realmente um espírito desenvolvido.

É por todas estas passagens e atitudes que a amizade de Dona Benedita da Silva ficou marcada para sempre. A amizade é positiva quando a gente consegue associa-la a ações de amor, carinho, atenção, bondade, afeto, dedicação, fé, esperança, boa vontade, determinação, persistência e amor a Deus.

Trata-se de uma amizade sincera e eterna, que aguarda novos encontros.




Escrito por Drika às 02h40
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Fotografias, jumpers, bytes, comissões, letras e etc...


Sou uma “profissional bombril”. Se for relatar em tudo que já trabalhei, e cursos que já fiz, essa é uma boa definição. Já trabalhei como auxiliar de escritório, office girl, assistente administrativo, secretária, instrutora de informática, operadora de rádio-chamada, analista de help-desk, analista de qualidade, vendedora e fotógrafa, não necessariamente nessa ordem.

E desde meus primeiros anos escolares, tive mais facilidade e gosto por matemática. Não gostava muito de português, tinha dificuldade e detestava fazer redações.

Para minha surpresa (ou não), ultimamente estou cada vez mais tomando gosto por escrever. Já tive outros blogs que não deram certo, sempre desanimava.

Agora além de ter inúmeras idéias para escrever sobre o que sinto e meu dia-a-dia – só não ponho mais em prática, por cansaço – também tenho desenvolvido interesse por escrever contos e crônicas.

O conto experimental encontros e ironias, feito em parceria com a queridíssima Larissa (que fluiu muito bem, a ponto de termos uma sintonia incrível, e escrevermos juntas a mesma idéia), me agradou muito, tanto a ponto de querer escrever mais e mais.

Só peço desculpa aos meus leitores pelos erros ortográficos e de concordância. Mas a cada texto tenho me esforçado para melhorar mais e mais.

Quem sabe o próximo curso seja para melhorar a minha escrita. E num futuro não muito distante publique um livro com meus contos e crônicas.


Ainda em tempo, um ultimo comentário: para que se limitar a uma única carreira e atividade? A vida é ilimitada de possibilidades. Só não vale ficar parado/a vendo ela correr diante de seus próprios olhos. Cuidado que uma hora ela pode te atropelar...




Escrito por Drika às 16h41
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CONTO: Encontros e Ironias


Deitada no gramado do parque, Isabella refletia sobre sua vida. Os últimos meses foram movimentados. Não entendia o porque que aquilo tudo estava lhe acontecendo. Parecia que havia um complô contra ela; nada dava certo. Em dois meses ela havia perdido o emprego e o namorado. E agora sua família estava decepcionada com ela.

Em meio a sua inércia não percebeu o barulho que se aproximava, já era muito tarde, praticamente o parque estava vazio. Mas Isabella gostava de se conectar a natureza para tentar buscar resposta para suas tantas indagações.

Enquanto isso, Gabriel que estava caminhando distraído, não reparou que tinha saído na calçada. Só percebeu onde estava quando uma moça gritou. Mais um passo teria pisado nela.

Mesmo tranqüila, Isabella se irritou com Gabriel. Levou um susto e pensou que era um assaltante. Ele que também estava perdido em seus pensamentos, a principio não entendeu o que estava acontecendo.

Quando ele a olhou, notou sua beleza física, e sentiu que no fundo de seu ser, escondia uma profunda tristeza. Mas aquilo a deixava ainda mais bonita e com um certo tom misterioso. Passava uma sensação de que precisava de cuidados, de alguém para abraçá-la e confortá-la.

Enquanto que, para Isabella, ele lhe parecia um rapaz inconseqüente, possuidor de um olhar penetrante. Mas algo a incomodava nele, que a principio não soube definir ou explicar para si mesma. Levantou-se rapidamente, não dando tempo para que ele falasse algo e foi embora.

Gabriel desde criança demonstrava ser responsável, e a liberdade lhe fascinava, por isso saiu de casa cedo. Desde então, morava com seu melhor amigo de infância Daniel. Aquela noite ele sairá apressado do apartamento que dividia com ele, depois de uma discussão que tiveram.

Daniel namorava há cinco anos, e apesar de reprovar a atitude do amigo, Gabriel o acobertava em suas escapadas fora do relacionamento. Agora, uma de suas aventuras, Vanessa a filha do seu chefe, estava grávida.

Ele não pensou duas vezes em obrigar Vanessa a fazer um aborto. Ela só concordou porque não queria filhos agora, e cultuava seu corpo, achava que um filho tiraria sua beleza. Daniel pediu para Gabriel fazer o aborto, porque ele era estudante de medicina, mas isso ia contra todos seus princípios.

E com esses turbilhões de pensamentos saiu de casa, na incerteza de ajudar seu melhor amigo ou seguir a sua ética. Esse ato ia contra tudo que acreditava como futuro doutor, cidadão e ser humano.

Isabella saiu correndo em direação a rua, assustada e confusa. Não viu um carro vindo em sua direção e em alta velocidade. A motorista que estava bêbada, a acertou e jogou longe. Gabriel que veio atrás dela, assistiu toda cena, que se passou em questão de segundos.

Um mês depois, Isabella sai do hospital. Graças aos primeiros socorros de Gabriel, sobreviveu ao acidente.

Em outro ponto da cidade, em uma capela, é celebrada uma missa, de um mês de falecimento, em nome da motorista e seu bebê.


Fim!



By Drika Barbosa e Lari Bernardi

Escrito por Drika às 01h09
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“Se você não ama só as pessoas, mas também o mundo, me abraça!!!” (ou algo assim)


Esse era o cartaz que um homem segurava hoje na calçada da Avenida Paulista (quase esquina com Rua Augusta). Não foi a primeira vez que o encontrei nesse mesmo lugar. Sempre sorridente, abraçando quem se deixava “contaminar” pelo seu carisma e carinho. Parece meio estranho, né?! Algumas pessoas (ou muitas) devem ter pensado que ele é louco, bêbado, ou sei lá o que. Sinceramente, nem sei. Mas o que custa dar um abraço?!!? Ah, sim eu dei!

Não sei se é pelo fato que, vivemos em um mundo tão violento, ou pela correria, ou porque aqui em minha cidade (talvez até na grande maioria – preciso viajar mais pra ter certeza) as pessoas são distantes e frias.

Mas quando “esbarramos” em pessoas “assim”, logo desconfiamos que há algo “errado”. Ninguém dá nada de graça, nem um abraço. Tem que ter um interesse por trás. Infelizmente, é assim que “pensamos” na grande maioria das vezes.

Pois bem, eu sou uma pessoa assim... que pensa que todos devem ser felizes, que torce para que isso aconteça. Que o ‘mundo melhore’. Não sou santa, muito menos perfeita. Tenho muitos defeitos, momentos de ‘insanidade’, onde já detestei pessoas que me irritaram, maltrataram, resumindo fizeram algum mal. Mas, chega uma hora que isso passa, afinal guardar esses tipos de sentimentos não é nada legal e bom.

E não é utopia, imaginar um mundo melhor, com todos felizes. “Basta” fazer algo: desejar o bem a todos!




Escrito por Drika às 21h11
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Saudade...


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.


Pablo Neruda

Escrito por Drika às 15h39
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Ambiguidades e sensações!!!


É estranho, e talvez nem tanto, que às vezes mesmo ao redor de tantas pessoas me sinto tão sozinha.

Sai do serviço hoje, e fui para minha aula de hidroginástica. Fiz o caminho costumeiro, logo de cara, encontrei uma menina que só tinha visto uma vez na vida, numa dinâmica de grupo, olhei, e num impulso sem pensar muito, perguntei: "vc é a tal que fez dinâmica na empresa xxx", rs, ela disse que sim! Meio doido, porque poderia não ser a mesma pessoa, enfim, conversei cinco minutos com ela e fiquei feliz de reencontrá-la.

Sigo caminhando... e resolvo ligar meu mp3. A sensação que tive, foi exatamente de estar "sozinha e isolada" do restante do mundo. Sempre no máximo, não escutava mais nada, embora que o trânsito e muvuca da cidade tem uns sons absurdos, então continuei andando enquanto viajava nas notas musicais.

Aos poucos fui me desligando dos problemas, da saudade, da tristeza, e sentindo tudo ao meu redor... o vento, a música, as luzes e as pessoas. Essa combinação me deixou leve, como se "algo dentro de mim" (!?!?) estivesse flutuando, dançando, voando... resumindo, uma sensação imensa de liberdade.

De novo estava sem minha maquina, e desejando muitissimo que "meus olhos tirassem fotos". Cada detalhe, coisas interessantes ... que não passaram despercebidas, mas que, queria muito deixar registrado não só na memória.

Na aula, continuo experimentando as sensações... me sinto muito a vontade na água, para quem me conhece um pouco, sabe que adoro "qualquer tipo", seja piscina, mar, chuva, chuveiro, rsss e ainda mais a combinação: água + música... perfeito!!!

Quando estou indo embora, vem de novo o 'amigo' vento... ainda mais nessa noite que estava incrivelmente linda e gostosa!




Ps. texto não revisado (ortografia e gramatica)

Escrito por Drika às 01h37
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Não gosto de datas comerciais, dia das mães, pais, namorado, natal, etc. São “truques” para aumentar as vendas dos comércios.
Por que não dar importância a essas pessoas todos os dias?
Será que só nos damos conta o quanto são importantes para nos quando corremos o risco de perde-las, ou ate mesmo quando isso ocorre?
E vem aquela dúvida, se tivesse feito, falado, agido, etc... diferente, será que não seria “melhor”?! Será isso ou aquilo. O tal “mal do Se”!
Nos acostumamos a correria do dia-a-dia, onde mal temos tempo para nos mesmos, quanto mais para as pessoas queridas de nossa vida.
Nada é pra sempre, pessoas ou situações. Mas, aceitar as perdas que é uma tarefa árdua, embora que crescemos sabendo do ‘básico’, a morte física é algo inevitável, para alguns mais cedo que outros, mas sempre chega a ‘tal hora’.
Acho que ta mais que na hora de valorizar o presente, e as pessoas que estão ao seu redor. Antes que, seja tarde!



Mainha, painho e nonas: Agradeço por tudo que sou, por cada coisa que me ensinaram, pelos valores adquiridos. Pelos carinhos e broncas (sim, necessárias). Pelos abraços, beijos e sorrisos. Pelos mimos e puxões de orelha. Pelas comidinhas e remédios. Enfim, por tudo! Amo muitoooo vocês!!!



Escrito por Drika às 21h43
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As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim



Dificil me definir, ou talvez seja até simples demais.
Sou sincera, direta, transparente... sei o que quero, sei o que sou... sei minhas qualidades e meus defeitos. E ainda tenho muito o que aprender, comigo mesma e com os outros.

Mergulho adentro e as vezes me perco. Uma muvuca de sentimentos! É, não é tão simples me entender... mas eu sei o porque, e você, consegue perceber?



Escrito por Drika às 00h23
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